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Não se assuste, os óculos que você está vendo na foto acima não fazem parte de nenhum figurino futurista. Na verdade, eles são - e agora sim, pasmem - um instrumento para fazer Cooper com seus olhos. A rede ótica, como é chamada esta lente furadinha, foi inventada pelo cientista mexicano Miguel Saliá Muñoz e está sendo comercializada em quase todos os países do mundo. É instrumento terapêutico para quem tem problemas nos olhos ou, apesar de enxergar muito bem, sente cansaço ocular. Seus furinhos, construídos em forma de pirâmide, transformam a luz em raios retilíneos, que obrigam todos os músculos dos olhos a trabalhar. A título preventivo, seu uso exige um período de adaptação.
Nos primeiros dias, de dez a vinte minutos. Mas, depois que os olhos estiverem bem acostumados, podem-se usar sem problemas, como os óculos normais, para todas as tarefas: andar, ler, trabalhar no computador, assistir a televisão. Os oculistas garantem que os progressos são espantosos. E, afinal, se fazemos ginástica para o corpo, por que não fazer o mesmo com os olhos?
O Ropidol foi inventado em 1899, pelo médico americano Dr. William Honoratio Bates, famoso médico e professor que teve o seu diploma cassado pela pressão do monopólio ótico dos E.U.A., e depois, no México foi desenvolvido pelo cientista mexicano Miguel Saliá Muñoz.
Estes óculos com as redes são fabricados no Brasil, desde 1980, com o know-how fornecido pelo inventor Miguel Saliá Muñoz. O Ropidol tem autorização do Ministério da Saúde com marca e patente requeridas.
Os óculos Ropidol são modernos, de linhas arrojadas, estilo italiano, acetato de primeira qualidade, tela que não deforma de durabilidade de 100 anos.
"Obedeça a natureza como o guia mais seguro"
Cícero
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